
O trãnsito estava terrível. Todos já sabiam que chegariam atrasados. Não tinha como. O ônibus simplismente estacionou no meio da Avenida e não tinha Cristo que o fizesse andar. O barulho do lado de fora era infernal. Tinha gente que acreditava no poder propulsor das buzinas. Dentro do ônibus o caos também era intenso. Tinha gente esbravejando no celular. Tinha gente amaldiçõando tudo e todos. E tinha ela.




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